Quadrilha de “playboys” é presa em Lauro de Freitas.

Imagem Jornal A Tarde

Quatro rapazes de classe média e idades entre 19 e 22 anos, integravam uma quadrilha que praticou, pelo menos, sete roubos no condomínio Encontro das Águas, em Lauro de Freitas, além de roubos de veículos. A quadrilha foi desarticulada, na última terça-feira (26), durante uma operação coordenada pela equipe da 34ª Delegacia Territorial (DT/Portão). Entre os rapazes estava José Rafael Bahia Forte, Rafael Brandão dos Santos, o “Rafaelzinho”, Marcos Felipe de Jesus, o “Lacerda”, e Igor dos Santos Lobo.

A polícia recuperou joias, obras de arte, roupas e bolsas de grife, mais de R$ 10 mil em bebidas importadas e eletroeletrônicos, como TVs de LCD, tablets e celulares, subtraídos nos assaltos. O total do valor destes últimos objetos equivale a, aproximadamente, 10 por cento de tudo que foi roubado pela quadrilha em nove meses de ação dentro do condomínio. Rafael Bahia Forte é filho de um dos condôminos e, graças a essa condição, era exatamente quem facilitava a entrada dos comparsas no local, repassando informações, como por exemplo, o momento da troca de turnos dos seguranças.

O delegado Claudio Meirelles, titular da 34ª DT/Portão, informou que o grupo vinha sendo investigado desde outubro de 2011, quando houve o primeiro registro de roubo ao Condomínio Encontro das Águas. Rafael Bahia, apesar de pertencer a uma família de classe média alta, admitiu que praticava os assaltos para financiar noitadas em boates e festas e disse que chegou a gastar R$ 15 mil em apenas uma noite numa boate bem frequentada pelos jovens de classes mais abastadas da cidade.

 As investigações, conduzidas pela equipe da 34ª DT, indicaram que Rafael, “Lacerda”, Igor e “Rafaelzinho” eram os autores dos assaltos registrados na unidade policial. Os quatro, que ainda não tinham entradas em delegacias, tiveram suas prisões preventivas solicitadas à Justiça, que expediu mandados de prisão e de busca e apreensão para as residências dos acusados, nos bairros de Itapuã e Ribeira.

Segundo o delegado Cláudio Meirelles, os ladrões aproveitavam-se de falhas na segurança particular do condomínio para acessar os imóveis, optando entrar pelos fundos do terreno, por onde passa o rio Joanes, área pouco movimentada. Além de roubar dinheiro e objetos de valor, os marginais mantinham os na mira de revólveres e pistolas agrediam as vítimas constantemente.

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